quinta-feira, 30 de março de 2017

Dória ataca Amazon e reúne empresários concorrentes para doação!



Dória ataca Amazon e reúne empresários concorrentes para doação!

https://www.facebook.com/mblivre/videos/566537633470384/




Para Reflexão: Hoje meu filho Lucas comentou sobre este vídeo com elogios ao nosso prefeito Dória. Peço desculpas ao meu querido filho mas gostaria de expor o que penso, mesmo que seja bastante criticado por muitos. Gosto muito do Dória, tenho o maior respeito por ele e espero, sinceramente que continue acertando, mas vejamos: As empresas que vão doar ao município de São Paulo devem saber que temos mais de 6.000 municípios no Brasil, em situações muito piores do que a nossa, assim, devem fazê-lo, smj, da sociedade paulista, para todos os outros. Além disto, pagamos nossos impostos com dificuldade mas com dignidade, assim, prefiro, sinceramente que tudo seja feito com eles e não com doações. Meu pai me criou com muita dificuldade e com dinheiro de seu trabalho e não de doações. É só uma crítica construtiva, posso estar errado mas é o que penso. Muito Marketing não me parece o melhor para uma cidade pujante como a nossa. Prefeito Dória quero vê-lo vencer retirando invasores de terrenos públicos, comprando remédios para os necessitados, com dinheiro dos impostos; quero vê-lo vencer o problema do lixo, insegurança pela falta de iluminação nas ruas, árvores em perigo de queda, com tecnologia e inteligência, que é a sua praia. Muita sorte é o que desejo!





sexta-feira, 14 de outubro de 2016

APOSENTADORIA PRECOCE – CUIDADO! NÃO MORRA ANTES DE MORRER.

             Em primeiro lugar é importante pontuarmos o público alvo do nosso trabalho, ou seja, a quem pode mais interessar o que vou falar:  a resposta é, a todos, já que não só os aposentados precocemente poderão ser atingidos por este mal, mas todas as pessoas que convivem com eles, momento em que poderão sofrer consequências das mais diversas, seja pelo carinho, respeito ou mesmo pelo amor que tenham por estas pessoas.  
          Em segundo lugar não podemos esquecer de pontuar, também, o que venha a ser um aposentado precocemente. Pois bem, a resposta é simples: aposentado precocemente é todo aquele que se inativa e que, porém, a posteriori, percebe que esta situação lhe traz desconforto, infelicidade, sentindo-se ainda capaz e com vontade de produzir, participar da sociedade, seja no labor, nas suas decisões ou até mesmo na convivência social. Assim, a idade, em nossa discussão, pode atingir até os magistrados de bengala, fazendo-se uma alusão à PEC da bengala, que alterou a idade de aposentadoria dos magistrados de 70 para 75 anos.
             Finalizando minha introdução será importante que todos entendam a razão deste assunto tanto me interessar e motivar, então vamos lá: oriundo da PMESP, após trabalhar durante quase 31 anos, acabei por passar para a reserva, aposentadoria na área privada, aos 49 anos de idade, com muitos projetos e sonhos para o futuro. Quando percebi que a aposentadoria chegaria, e não demoraria muito, tratei logo de preparar-me para esta próxima jornada, já que meus projetos eram ambiciosos; expectativa de vida de mais de 20 anos pela frente, atividade prazerosa e de qualidade, complemento financeiro, viagens, maior convivência e aproveitamento com a família e amigos, etc.

sábado, 8 de outubro de 2016

A Síria, o Brasil e 200 milhões de refugiados dormentes, apáticos, indiferentes.

Quando penso na Síria logo me vem a cabeça o dia a dia daquele país após o início da guerra civil existente. São tantos envolvidos no conflito, parte da população revoltada contra o governo, o próprio governo contra os revoltados, a Rússia em apoio ao governo, o estado islâmico tentando tomar o poder em várias regiões e os Estados Unidos da América, alegando lutar contra o estado Islâmico e querendo a renúncia do atual governo.
Vamos fazer uma reflexão: imaginem a quantidade de armamentos utilizados neste conflito, entre material bélico de guerra e os mais diversos tipos de arma, todos os dias e noites, deve ser assustador, um verdadeiro horror para a população que está isenta no conflito. Mas continuemos; notícias de grandes jornais do mundo informam que ao longo de 05 (cinco) anos desse lamentável enfrentamento, foram mortas cerca de 250 mil pessoas no país, número que deveria causar aos brasileiros demasiada perplexidade. Neste cenário, surgem os refugiados, já que o local não permite condições razoáveis de convivência social, saindo pelo mundo e pedindo amparo, nos mais diversos locais, inclusive, em nosso querido país, já que Deus é brasileiro.
Dando continuidade a reflexão, faço uma pequena análise, mesmo que perfunctória, já que é minha área de atuação, gestão pública e segurança pública, no número de mortes, no Brasil, oriundos de homicídios ocorridos no mesmo período da guerra civil que sucede na Síria. Se você estiver entre os 200 milhões citados em meu título do artigo, não sofrerá, não se indagará, aceitará, apenas como mais um dado banalizado pela nossa querida sociedade brasileira. Por ano, no Brasil, ocorrem mais de 60 mil homicídios, 10% chegam ao Inquérito Policial e apenas 5% são elucidados. Fazendo-se uma soma rápida, nos últimos cinco anos, matamos o mesmo número de seres humanos que na Síria.
Se você não quiser se preocupar com este dado e realmente fazer alguma coisa; falar, criticar, escrever para os órgãos de imprensa, exigir providências do governo, ministério público, etc. peço apenas que reflita sobre o seguinte: nos últimos cinco anos, os criminosos da Lava-jato estavam manipulando poder, roubando o dinheiro do povo, os políticos estavam pensando insistentemente na próxima eleição, a imprensa não deu a ênfase necessária para o assunto, preocupando-se apenas em angariar mais audiência para aumentar seus lucros, os governos, federal e estadual nada fizeram para mudar o sistema de segurança pública, com duas polícias que nunca vão se entender, seus impostos, na maioria, continuaram indo para o governo federal se tornar esta fortaleza inatacável. Meus amigos, não sou ninguém, mas peço, que com a leitura deste artigo vocês reflitam, se indignem e comecem a fazer alguma coisa; ou então, se assumirem que fazem parte dos 200 milhões, rogo a Deus que nenhum de vocês tenha que se refugiar na lembrança de um parente que possa fazer parte dos próximos 300 ou 400 mil mortos, dos cinco anos que virão. Abraço!